A escolha da entidade que ficará responsável pelo projeto DF Folia 2026 já foi oficializada pelo Governo do Distrito Federal. O resultado definitivo do Edital nº 34/2025 foi publicado nesta quinta-feira (29) no Diário Oficial do DF pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), encerrando a etapa de seleção da organização da sociedade civil que vai conduzir as ações do carnaval de rua no próximo ano.
A iniciativa tem como foco estruturar e fortalecer a programação carnavalesca voltada aos blocos e às manifestações culturais populares, garantindo que as atividades sejam planejadas com antecedência e executadas com critérios técnicos. Com a divulgação do resultado, a entidade selecionada passa agora para a fase de habilitação e deverá apresentar, em até cinco dias, toda a documentação exigida para formalização da parceria.
O envio dos documentos será feito exclusivamente pela plataforma Parcerias GDF Mrosc, sistema utilizado pelo Executivo local para registro, acompanhamento e fiscalização de parcerias firmadas com organizações da sociedade civil.
Além do caráter cultural, o projeto também tem impacto direto na economia criativa do Distrito Federal. A realização do DF Folia envolve profissionais de diferentes áreas, como músicos, produtores, técnicos, costureiras, artistas visuais e trabalhadores da cadeia de eventos, além de estimular a ocupação de espaços públicos com programação gratuita.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o carnaval de rua representa uma das formas mais amplas de participação cultural. Segundo ele, o DF Folia reúne diferentes dimensões da política cultural. “Estamos falando de uma festa popular que gera trabalho, promove encontros e fortalece identidades. Quando há organização e parceria com a sociedade civil, é possível entregar um Carnaval mais acessível, plural e bem estruturado”, afirmou.
O projeto integra as ações do GDF voltadas à valorização da cultura popular e ao fortalecimento de políticas públicas que tratam o carnaval não apenas como entretenimento, mas como instrumento de inclusão, geração de renda e ocupação qualificada dos espaços urbanos.
